Dia da Policial Feminina no Distrito Federal é comemorado hoje

Publicado por Larissa do Vale em

Há 37 anos a primeira turma de mulheres ingressou na corporação, hoje elas ocupam diversas especialidades chegando a assumir o cargo de Comandante Geral em 2019

Ao longo dos anos as mulheres policiais se superam cada vez mais na busca de seu espaço. Mesmo atuando num universo predominantemente masculino, elas conseguiram quebrar as velhas barreiras culturais no que diz respeito à natureza do seu ofício e fazem valer suas escolhas profissionais.

Hoje, dia 1º de julho, comemora-se o dia da policial militar feminina no Distrito Federal. Instituída em julho de 2019 pela Lei nº 6.285/2019 de autoria do deputado distrital Hermeto, a data é um marco de grande representatividade refletindo a importância da presença da mulher dentro da tropa.

A data foi escolhida em homenagem à primeira turma de mulheres que ingressaram na Polícia Militar do Distrito Federal, em 1° de julho de 1983 para somar junto as fileiras na segurança e paz social, somente a partir de 1985 tornou-se possível para as mulheres terem acesso ao oficialato da PMDF.

Após 36 anos da inclusão da mulher na Policia Militar, existem policiais femininas nas mais diversas especialidades da PMDF, onde foi nomeada em 2019 a primeira comandante feminina para o Comando Geral da Policia Militar do Distrito Federal, Coronel Sheyla, confirmando que as mulheres possuem sensibilidade e capacidade para ocupar todos cargos militares.

Em 2019 o deputado Hermeto realizou uma sessão solene em homenagem ao dia da policial militar feminina no DF, o evento ocorreu na CABE e recepcionou aproximadamente 150 policiais femininas, este ano por conta da pandemia as homenagens serão por vias eletrônicas.

“Infelizmente este ano não poderemos nos reunir para comemorar o dia da PM feminina do DF, devido ao período de pandemia em que estamos vivendo, mas não poderíamos deixar de lembrar desta data tão importante. A garra e a destreza inerente a mulher são qualidades que enriquecem nossa corporação e merecem ser reconhecidas.” Conclui Hermeto.

Por Larissa do Vale


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