Programa Cidade Segura criado pelo deputado Hermeto já está trazendo resultados

Publicado por Larissa do Vale em

Um dos objetivos do projeto é a instalação de câmeras de monitoramento, que já estão em funcionamento em algumas regiões administrativas

Furtos, assaltos, homicídios e conduta arriscada no trânsito são ocorrências que tiram o sossego da comunidade e provocam o sentimento de impotência frente aos casos de violência que são noticiados a todo o momento na mídia, mas a lei 6.390/2019 de autoria do deputado distrital Hermeto (MDB), vem contribuído para mudar este cenário.

A instalação de câmeras de vigilância em pontos sensíveis da cidade prevista no Programa Cidade Segura (PCS) que dá origem a lei, além de elevar a sensação de segurança da população, serve de apoio à organismos da Segurança Pública, que poderão fazer um monitoramento mais amplo da cidade e atuar de forma conjunta, coordenada, sistêmica e integrada em detrimento da defesa social, no atendimento de ocorrências de urgência e emergência, bem como para o compartilhamento de informações.

A Candangolândia e o Núcleo Bandeirante já estão sendo monitorados, cada região administrativa recebeu a instalação de 12 e 14 câmeras respectivamente. A localização destas câmeras foi definida a partir das “manchas criminais” pré-definidas pela Secretaria de Segurança Pública.

O administrador da Candangolândia José Luiz Gonzalez, que é policial civil, sugeriu a instalação de câmeras nas entradas da cidade.

“A Candangolândia é uma região relativamente pequena, então é possível colocar câmeras de monitoramento em todas as saídas e entradas da cidade. De forma que, caso haja alguma ocorrência dentro da cidade, e o infrator tente fugir, todas as saídas estarão sendo monitoradas. ” Sugeriu .

“O objetivo da criação deste projeto, que agora é Lei, é privilegiar áreas de maior periculosidade, vias com grande fluxo de veículos, áreas com maior índice de ocorrências policiais, escola com índice elevado de vandalismo, hospitais e postos de saúde. ” Concluiu Hermeto.

Por Larissa do Vale.

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